quarta-feira, 20 de novembro de 2013

CARTA PRA ELE ...




Eu não esqueci que há 1 ano e 8  meses atrás eu conheci uma pessoa que hoje, passando por tantas coisas, ainda estaria comigo. Mais uma vez, apesar dos pesares, você voltou pra minha vida com altos e baixos. Eu ainda estou magoada, mas sei que Deus vai restituir tudo. Antes éramos somente nós dois, antes das burrices, de outras pessoas entrarem em cena. E sei que não poderemos fazer voltar, mas podemos fazer ser melhor.
 E eu oro muito sempre pra que Deus nos abençoe, mesmo ainda não fazendo tudo certo.
Eu sei que ele tem um propósito pra nossa vida, pro nosso futuro.
Espero que tudo se faça novo, que todos os erros do passado não sejam cometidos, mas sirvam de exemplo pra um futuro brilhante, com muito mais amor.
Você sabe que eu voltei de verdade, com todas minhas forças, pra cuidar de você e do nosso amor que sei que não chegou ao fim.



Muito mais Rap de manhã, muito mais carinhos de madrugada, muito mais risadas só nos dois, muito mais planos que nosso amor seria sem fim... A prova de que imaginávamos que um dia você pensou que nosso amor não iria acabar, mesmo depois do erro, foi as minhas iniciais que vão ficar sempre marcadas ai no seu braço, mais lanches do tche, mais sermos melhores amigos, mais confiança, MAIS AMOR. E que nunca esqueçamos que Deus que nos uniu e precisamos dele para que permaneçamos juntos.



Que daqui pra frente os momentos ruins sejam deixados pra trás.

''Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos traduzidos em palavras
Pra que você possa entender
O que eu também não entendo

Amar não é ter que ter sempre certeza
É aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém
É poder ser você mesmo e não precisar fingir
É tentar esquecer e não conseguir fugir, fugir

Já pensei em te largar
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém é por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito mas com você eu posso ser
Até eu mesmo que você vai entender

Posso brincar de descobrir desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos e até minhas coisas fúteis
Posso tirar a tua roupa
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo
Mas com você eu tô tranquilo,

Agora o que vamos fazer, eu também não sei
Afinal, será que amar é mesmo tudo?
Se isso não é amor, o que mais pode ser?
Estou aprendendo também..''




terça-feira, 19 de novembro de 2013

DE VOLTA ...



Sem eu nem pensar direito, já contei à história que três meses depois ele voltou pra minha vida.
 Hoje é dia escrever como foi à viagem pro Rio. Fui com ele e mais alguns amigos dele, que se tornaram meus colegas também, para um campeonato. Eu nem ia mais, por brigas, mas decidi de última hora.
 O tempo em que ficamos separados nos magoou muito. Por atitudes que descobri que ele teve e atitudes que eu também tive, que quando estávamos juntos disse que nunca faria. Mas o que mais me magoa é a pouca sinceridade, pouca sinceridade não é sinceridade. “UM POUCO DE CERVEJA AINDA É CERVEJA, MAS UM POUCO DE SINCERIDADE NÃO É NADA”, como li estes dias no instagram. Cincos dias felizes, mas com momentos tristes. Mais uma vez eu me senti enganada, não que eu não o tenha enganado na vida. Mas tento fechar meus olhos e não ver outras vezes. Mas no Segundo dia não consegui. Vi uma ligação que ele tinha feito pra ex há dois dias antes, isso me correu por dentro, me machucou no fundo da alma e estou até hoje. Já que ele nega ainda que tenha feito isso. Fui para um canto chorar e mandar mensagem para a minha melhor amiga, a minha mãe. Não tinha como ir embora dali. Estava na casa de amigos na Rocinha, um lugar onde eu queria conhecer mesmo, depois descrevo sobre. Só queria sair correndo pra minha casa. Mas como? Avisei pra ele que daria um jeito de sair dali e iria ir embora. Ele veio pra cima de mim e me atacou pra pegar meu celular e eu relutei contra isso, o machucando. Ele me segurou com muita força, mas eu não soltava o aparelho. Então, aconteceu o que ele havia prometido que não aconteceria, antes de nós voltarmos. O mesmo me deu um chute na barriga e caímos no chão,  me puxou pelos cabelos enquanto eu o dava unhadas para que me soltasse. Após uns 20 minutos assim, ele começou a chorar e passar mal e me pediu perdão falando que não faria mais aquilo. Mas disse que não havia ligado. Que me mostraria pela última vez que seria diferente. Até então, ocorreu tudo bem. Será que nós acostumamos com a dor?  Não, não é possível.


Noite passada dormi mais uma vez chorando... Acordei pra vir trabalhar e ao chegar aqui me deparei com mais uma mensagem de desculpa. Não sei até quando vou aguentar, mas vou lutar até o fim para que se isso acabar e eu sofrer, vou saber que suportei e fiz de tudo para que pudéssemos vencer.


O que significa amar verdadeiramente uma pessoa?

Houve um tempo em que eu achava saber a resposta: significa que eu iria pensar em Savannah mais do que em mim mesmo, e passaríamos o resto de nossas vidas juntos. Não seria difícil. Ela me disse certa vez que a chave para a felicidade é ter sonhos realizáveis, e os dela não eram nada fora do comum. Casamento, família... o básico. Isso significa que eu teria um emprego estável, uma casa com cerca branca e uma minivan ou SUV grande o suficiente para levar nossos filhos à escola, ao dentista, ao treino de futebol ou aos recitais de piano. Dois ou três filhos – ela nunca foi clara a respeito, mas meu palpite é que quando chegasse a hora, ela deixaria a natureza seguir seu curso e Deus tomar a decisão. Ela era assim – religiosa, quero dizer – e suponho que esse tenha sido um dos motivos pelos quais me apaixonei por ela. Independentemente do que acontecesse em nossas vidas, eu me imaginava ao fim do dia deitado na cama ao lado dela, nós dois abraçados enquanto conversávamos e ríamos, perdidos nos braços um do outro.”
Querido John”