Sem eu nem pensar direito, já contei à
história que três meses depois ele voltou pra minha vida.
Hoje é dia escrever como foi à viagem pro Rio.
Fui com ele e mais alguns amigos dele, que se tornaram meus colegas também, para
um campeonato. Eu nem ia mais, por brigas, mas decidi de última hora.
O tempo em que ficamos separados nos magoou
muito. Por atitudes que descobri que ele teve e atitudes que eu também tive,
que quando estávamos juntos disse que nunca faria. Mas o que mais me magoa é a
pouca sinceridade, pouca sinceridade não é sinceridade. “UM POUCO DE CERVEJA AINDA É CERVEJA, MAS UM POUCO DE SINCERIDADE NÃO
É NADA”, como li estes dias no instagram. Cincos dias felizes, mas com
momentos tristes. Mais uma vez eu me senti enganada, não que eu não o tenha
enganado na vida. Mas tento fechar meus olhos e não ver outras vezes. Mas no
Segundo dia não consegui. Vi uma ligação que ele tinha feito pra ex há dois
dias antes, isso me correu por dentro, me machucou no fundo da alma e estou até
hoje. Já que ele nega ainda que tenha feito isso. Fui para um canto chorar e
mandar mensagem para a minha melhor amiga, a minha mãe. Não tinha como ir
embora dali. Estava na casa de amigos na Rocinha, um lugar onde eu queria
conhecer mesmo, depois descrevo sobre. Só queria sair correndo pra minha casa.
Mas como? Avisei pra ele que daria um jeito de sair dali e iria ir embora. Ele
veio pra cima de mim e me atacou pra pegar meu celular e eu relutei contra
isso, o machucando. Ele me segurou com muita força, mas eu não soltava o
aparelho. Então, aconteceu o que ele havia prometido que não aconteceria, antes
de nós voltarmos. O mesmo me deu um chute na barriga e caímos no chão, me puxou pelos cabelos enquanto eu o dava
unhadas para que me soltasse. Após uns 20 minutos assim, ele começou a chorar e
passar mal e me pediu perdão falando que não faria mais aquilo. Mas disse que
não havia ligado. Que me mostraria pela última vez que seria diferente. Até
então, ocorreu tudo bem. Será que nós acostumamos com a dor? Não, não é possível.
Noite passada dormi mais uma vez chorando...
Acordei pra vir trabalhar e ao chegar aqui me deparei com mais uma mensagem de
desculpa. Não sei até quando vou aguentar, mas vou lutar até o fim para que se
isso acabar e eu sofrer, vou saber que suportei e fiz de tudo para que
pudéssemos vencer.
”O que significa amar verdadeiramente uma
pessoa?
Houve um tempo em que eu achava saber a resposta: significa que eu iria pensar em Savannah mais do que em mim mesmo, e passaríamos o resto de nossas vidas juntos. Não seria difícil. Ela me disse certa vez que a chave para a felicidade é ter sonhos realizáveis, e os dela não eram nada fora do comum. Casamento, família... o básico. Isso significa que eu teria um emprego estável, uma casa com cerca branca e uma minivan ou SUV grande o suficiente para levar nossos filhos à escola, ao dentista, ao treino de futebol ou aos recitais de piano. Dois ou três filhos – ela nunca foi clara a respeito, mas meu palpite é que quando chegasse a hora, ela deixaria a natureza seguir seu curso e Deus tomar a decisão. Ela era assim – religiosa, quero dizer – e suponho que esse tenha sido um dos motivos pelos quais me apaixonei por ela. Independentemente do que acontecesse em nossas vidas, eu me imaginava ao fim do dia deitado na cama ao lado dela, nós dois abraçados enquanto conversávamos e ríamos, perdidos nos braços um do outro.”
Houve um tempo em que eu achava saber a resposta: significa que eu iria pensar em Savannah mais do que em mim mesmo, e passaríamos o resto de nossas vidas juntos. Não seria difícil. Ela me disse certa vez que a chave para a felicidade é ter sonhos realizáveis, e os dela não eram nada fora do comum. Casamento, família... o básico. Isso significa que eu teria um emprego estável, uma casa com cerca branca e uma minivan ou SUV grande o suficiente para levar nossos filhos à escola, ao dentista, ao treino de futebol ou aos recitais de piano. Dois ou três filhos – ela nunca foi clara a respeito, mas meu palpite é que quando chegasse a hora, ela deixaria a natureza seguir seu curso e Deus tomar a decisão. Ela era assim – religiosa, quero dizer – e suponho que esse tenha sido um dos motivos pelos quais me apaixonei por ela. Independentemente do que acontecesse em nossas vidas, eu me imaginava ao fim do dia deitado na cama ao lado dela, nós dois abraçados enquanto conversávamos e ríamos, perdidos nos braços um do outro.”
Querido
John”

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